No dia 31 de março de 2022, Aleksandra decidiu que não poderia continuar em silêncio face à invasão russa da Ucrânia e, num protesto pacífico, substituiu as etiquetas dos preços de vários produtos num supermercado local em São Petersburgo por papéis com informação verídica sobre a invasão. Devido a essa ação pacífica, está detida em condições terríveis e arrisca-se a uma pena de prisão que pode ir até aos 10 anos. Queremos que Aleksandra seja imediatamente libertada! Junte o seu nome a este apelo assinando a petição em www.amnistia.pt/maratona.